Ministério Público de Pernambuco
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Destaques do MPPE

15/01/2015 - O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) tem, desde a última quarta-feira (14), um novo procurador-geral de Justiça. Carlos Augusto Arruda Guerra de Holanda é o segundo promotor de Justiça a assumir a chefia da Instituição. Ele recebeu o cargo das mãos do seu antecessor, o também promotor de Justiça Aguinaldo Fenelon de Barros, durante ato solene no Salão dos Órgãos Colegiados, do edifício-sede Roberto Lyra, na Rua do Imperador. Carlos Guerra passa a cumprir um mandato de dois anos (2015/2017).

Cerca de 120 procuradores e promotores de Justiça e servidores do MPPE lotaram o Salão dos Órgãos Colegiados durante a solenidade de posse, onde, após prestar juramento perante o Colégio de Procuradores de Justiça, o novo procurador-geral de Justiça foi saudado pela subprocuradora-geral de Justiça em Assuntos Administrativos, Lais Teixeira.

"Aqui me cabe uma saudação especial a uma pessoa que tem sangue puro no Ministério Público. Carlos Guerra é filho de promotor de Justiça e respira Ministério Público desde criança", afirmou. Em seguida, disse estar certa de que "a nova gestão será coroada de êxito".

Por sua vez, ao se despedir do cargo de procurador-geral de Justiça, que ocupou por quatro anos, Fenelon fez um discurso enfatizando que tem procurado ao longo de sua vida dar exemplos ao seu filho. "Quem me acompanha, sabe que tenho agido com dignidade e sempre soube honrar o cargo de procurador-geral. Termino meu segundo mandato muito feliz, por ter recebido a aprovação da classe pela terceira vez. Isso prova que trilhamos o caminho certo. Agora é hora de continuarmos unidos na busca de um MP ainda mais forte e cada vez mais próximo da sociedade. Honrei o cargo que os senhores me deram, e que agora tenho a honra de entregar a Carlos Guerra", finalizou.

Já empossado no cargo, o novo procurador-geral de Justiça disse que suas propostas para o biênio 2015/2017 têm como pilares a ampliação do diálogo com as instituições e a sociedade; a garantia dos direitos e prerrogativas de membros e servidores; a melhoria da estrutura de trabalho da atividade-fim e dos processos internos.

"Não centralizaremos nossa gestão, pois a administração moderna não admite que os rumos de uma instituição democrática como o Ministério Público sejam decididos de forma impositiva, sem o amadurecimento do diálogo", afirmou.

Ainda no seu pronunciamento, Carlos Guerra disse que vai dar continuidade ao combate à sonegação fiscal, ao crime organizado, à corrupção e às drogas. Em seguida, conclamou todos os membros e servidores "para comporem essa corrente que ora inauguramos pela construção de um Ministério Público mais unido e mais forte. Doravante, seremos um só corpo. Jamais poderemos perder de vista nosso ideal de Justiça plena. Deixemos as possíveis diferenças em segundo plano, pois o interesse da nossa honrosa e amada Instituição está acima de tudo".

Por fim, ele prometeu fortalecer a atuação do MPPE em defesa da cidadania, com o olhar voltado para o processo de inclusão social e melhoria na prestação de serviços pelo Estado, principalmente na área da saúde pública, como foi sinalizado pela população durante a elaboração do Planejamento Estratégico.

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